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Quando se aplica Chave de Fluxo se faz necessário medir (engenharia de aplicação), algumas tecnologias como: Chave de Fluxo tipo Palheta, Chave de Fluxo tipo dispersão térmica ou Termal.
A Série WIMP-23, Chave de Fluxo palheta para líquidos e a série WCFTD / WCNDT Chave de Fluxo por dispersão térmica ou termal.
A Chave de Fluxo é usada para indicar presença ou ausência de fluxo dentro da tubulação. Utilizada em sistemas de ar condicionado (água gelada) fornos, estufas, sistemas de irrigação, tratamento de água e sistemas de segurança bomba incêndio ou bombeamento em geral.
Indicada para água natural, gelada, salmoura, óleo ou qualquer líquido com viscosidade semelhante à água e que não possua elementos corrosivos. Para o funcionamento adequado do equipamento (Chave de Fluxo palheta), recomenda-se que o líquido esteja livre de sujeiras (terra, areia, pedras etc...), pois alem de prejudicar o funcionamento do sistema pode-se danificar a chave (travamento da haste).
As chaves de fluxo / nível por dispersão térmica caracterizam-se por não possuir partes móveis ou orifícios. Possuem alta sensibilidade, excelente repetibilidade (~ 1%) e permite o ajuste em toda a faixa especificada, sem a necessidade de removê-la. Adicionalmente foi inserido o retardo de tempo, ajustável de 0 à 100 segundos, na atuação do set point. Como opção é possível obtermos uma saída de tensão, para indicação da temperatura do processo, que pode ser lida diretamente em um voltímetro, com escala de 0 à 10 Vcc, cuja indicação ajustada é 1,0 V para 0°C e 2 V para 100°C, isto é, para o processo à 23°C, o voltímetro mediria 1,23 V, para – 3°C, obteríamos 0,97 V.
O instrumento possui 4 (quatro) leds de alta intensidade luminosa, sendo o verde, a indicação de chave energizada, o amarelo, informa que atingiu o ponto de atuação, porém está na função de espera (retardo de tempo) e o azul sinaliza que o relê está atuado. O quarto led (vermelho) é o diagnóstico (auto teste), caso houver anomalia no funcionamento o led liga, desatuando o relê correspondente.
Na extremidade oposta à borneira são conectados os sensores de temperatura.
Nos capilares da conexão são montados sensores de temperatura, sendo que, em um dos capilares, é acrescentado uma resistência de baixo aquecimento. Com o fluxo do líquido, fluido gasoso ou troca do meio, gasoso para líquido ou vise-versa, os sensores enviam a informação, através do circuito elétrico, para a unidade eletrônica, que compara com os dados pré-determinados. Ao transpor o ponto de equilíbrio é efetivada a ação correspondente (início do retardo de tempo ou atuação do relé). O led amarelo ou laranja sinaliza que o ponto de equilíbrio foi ultrapassado e o led azul que o relé está ligado e os contatos foram comutados.
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